O AVC, popularmente conhecido como “derrame”, pode ocorrer por obstrução do fluxo sanguíneo (isquêmico) ou por sangramento (hemorrágico). Muitos casos podem ser prevenidos, e após o evento é fundamental uma investigação adequada para reduzir o risco de recorrência e orientar corretamente o processo de reabilitação.
As dores de cabeça estão entre as queixas mais frequentes no consultório neurológico. Podem ter diversas causas, como cefaleia tensional, enxaqueca, neuralgias ou efeitos de medicações. O diagnóstico correto é essencial para um tratamento eficaz.
As epilepsias não se manifestam apenas por crises com perda de consciência. Existem formas mais sutis, como episódios de desmaio, “ficar fora do ar”, automatismos ou abalos sem perda de consciência. A identificação correta permite controle adequado e melhora significativa da qualidade de vida.
Alterações de memória e comportamento que interferem nas atividades diárias podem indicar quadros de demência, como a Doença de Alzheimer. A investigação adequada é essencial para o diagnóstico correto e para o direcionamento do tratamento.
A qualidade do sono é fundamental para o funcionamento do organismo. Insônia, síndrome das pernas inquietas e narcolepsia podem impactar significativamente a saúde física e mental, exigindo avaliação especializada.
Incluem alterações como lentidão, rigidez, tremores ou movimentos involuntários. A Doença de Parkinson é o exemplo mais conhecido, mas também fazem parte desse grupo os tiques, coreias e o tremor essencial.
Doenças como Esclerose Múltipla, Síndrome de Guillain-Barré e Miastenia Gravis podem afetar o sistema nervoso central e periférico, causando sintomas variados como fadiga, perda de força, formigamentos e alterações visuais.
Caracteriza-se por dor persistente por mais de três meses, podendo ter diversas causas, como fibromialgia e neuropatias. O tratamento exige abordagem multidisciplinar e individualizada.
Atuação focada na melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares que enfrentam doenças graves ou progressivas, com alívio do sofrimento físico, emocional, social e espiritual, em qualquer fase da doença.
Apesar de não serem doenças, o diagnóstico adequado do Transtorno do Espectro Autista e do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, em qualquer idade, auxilia o paciente a lidar melhor com desafios do dia a dia e com sintomas associados, como ansiedade e depressão.